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[Quinta-feira, Dezembro 22, 2005]
[Quarta-feira, Dezembro 21, 2005]
Alguns filmes marcaram (e estão marcando - no gerúndio é mais gostoso, rs) meus dias ociosos. Hollywood foi um desses, sendo que foi um dos melhores filmes que já assisti até hoje, sem demagogia. Intenso, asqueroso, violento e poético, Fruit Chan dá ao filme uma linguagem única não cabendo a padrões concretos, sendo que no final tudo ligeiramente se resume e te confunde a uma comédia dramática a lá Hong Kong.
Tong-Tong é uma prostituta de 20 anos que mora em um dos edifícios mais cobiçados de Hong Kong, tendo como nome Hollywood. Marca programas via internet e seduz homens da favela próximo ao seu edifício, para assim extorquir mais dinheiro para a sua possível ida aos EUA, sendo Hollywood seu maior sonho. E ingênua, por mais que não pareça.
Amputações de braços, assassinatos como matar a própria esposa e fazer dela ração para porcos, poesia em pequenos gestos e sonhos, simplicidade em ações como amizade com uma criança, prazeres em pequenas realizações e uma beleza singela e peculiar, cerca todo o filme.
Intenso, bizarro, sedutor, colorido, violento, poético, singular. Um filme que te anestesia e te faz respirar ao passo de Tong-Tong e sentir ânsia com toda a umidade e beleza por dentro dos becos de Hong Kong. E que fotografia meus caros, que fotografia!
Pra meu primeiro filme chinês, ótimo é pouco! Agora quanto aos outros que também assisti nestes dias, se eu falar aqui perde todo o brilho regado com muito mandarim e porco assado.
Isso, é melhor eu deixar pra depois mesmo...
[Quinta-feira, Dezembro 15, 2005]
Pois é, mais uma amiga minha está se casando. Contando nos dedos... Caramba, acho que todas já se casaram! Ou eu tô 'ficando pra vovó' (titia é passado), ou então não sei. Certo, tenho 21 anos, acho que não tô tão errada nas minhas contas assim.
Bem-casado, presentes, casa com cheiro de tinta fresca, fotografias com parentes que daqui uns 10 anos estarão mortos e muita cidra, croquete e cerveja pra bebemorar o momento festivo.
A Bárbara é o tipo de pessoa que você ou ama, ou odeia. Eu odiava. Loira que de burra não tinha e não tem nada, mas nada mesmo. Sempre com uma sacada inteligente e engraçada, impossível não querer ela como tua amiga. Certo que eu sempre fui o tipo de pessoa ignorante ao ponto de não me aproximar de pessoas 'metidas a inteligentes' (eu imaginava ela assim), já que no curso de Letras, metidos a intelectuazóides é o que mais tem, é pura farsa meus caros, é pura farsa. Só que com ela as coisas foram mesmo que por acaso e bom, de falsa moralista intelectuazóide ela não tinha e não tem nada, a bicha é inteligente mesmo, humilde aos litros e hiper engraçada, além de minha amiga, claro!
Eu puxo assunto com todo mundo e falo mais que o Faustão quando está animado, tanto que sempre fui representante de classe em vários momentos escolares da minha vida, participei de grêmios, já fui convidada mil vezes pra fazer teatro e recusei por realmente ter vergonha - beijar mulher e comer cocô pela Arte não é comigo! Já até declamei correio elegante em festinha de 'dia dos namorados' em tempos de escola. Sim, lendo tudo isso até eu me assusto como sou chata. Pois bem, com a Bárbara foi diferente.
Na faculdade ou você ama ou você odeia. Numa sala com mais de 50 mulheres você não tem muita escolha. Já viu um bando de mulheres se dando bem? Todas assim, abraçadinhas e rindo da vida? Não, isso não existe. É, eu sempre gostei de ter vários colegas, porque amigos mesmo gosto de ter poucos, conservar e manter por perto. Com ela foi 'por acaso', eu sempre conversava com ela coisas sobre a faculdade e um 'oi, e aí, tudo bem?' no intervalo e ponto final. Ela nunca veio diretamente conversar comigo e eu muito menos, acho que ela também me odiava, nunca perguntei isso pra ela. Bom, todo caso, todo mundo sempre me odeia a primeira vista, já ouvi cada história sobre mim quanto ao que as pessoas pensam, que só Jizuis salva.
Sei que muita coisa aconteceu e hoje somos amigas. Ela mora perto de casa e só fomos nos dar conta disso neste ano, afinal, mal nos olhávamos na cara. E tudo é um ciclo, eu amiga da Rosângela (que é a pessoa mais chapada - sem estar drogada - que conheço no mundo. Ela é praticamente o Dalai Lama de tão calma que é. Até o som da voz dela te dá sono, até ela com raiva te dá sono, daí passei a zuar isso nela, pra eu não ter sono e não dormir na presença dela. Não que eu não goste de pessoas calmas, na realidade busco isso, de verdade, pode ver, grande parte dos meus amigos são calmos, centrados e bem humorados ao mesmo tempo. Sim, a Rô é muito estranha também, muito, deve ser por isso que sou amiga dela e gosto tanto). Então, eu amiga da Rosângela Dalai Lama, que era amiga da Porco (Porquinho lindo do meu coração, amo essa menina! Amo, amo, amo, amo, amoooo a Porquinho!), que era amiga da Bárbara, que tudo no fim das contas fez com que todas nós tornássemos amigas e começássemos então a rir das bizarrices da faculdade. Claro, rir pra não chorar.
E o trio parada dura (sim, a Rosângela não entra porque ela é uma Santidade), nunca esteve mais unido em todo o tempo. Eu sou a quem resolve os problemas rápidos, sempre tranqüila e bem humorada. A Bárbara é a prática, fala e em seguida faz, e faz bem feito. Ansiosa à beça e sempre centrada, bem humorada, inteligente e humilde. A Porco é a mais bizarra, sempre fazendo tudo errado, rindo, tudo em cima do prazo, mal feito e errado e nem por isso nervosa. Super tranqüila, engraçada, dando um jeito pra tudo e fazendo a gente ver o mundo de maneira mais divertida e bem humorada. Bom, como eu disse, a Rosângela não entra pois ela é uma Santidade Zen, ouummmmm (mantra).
É, mais uma se despede do clã. Nossa amiga Bárbara agora é Srª Lemos, o que faz com que falar dos homens, falar mal das pessoas e rir de bizarrices nossas, seja mais restrito agora. E pra piorar, a cidadã foi morar lá depois do tal que perdeu as botas. Pô, o que me deixa feliz e faz com que o meu lado egoísta fique de lado, é que o Júnior é o homem da vida dela, definitivamente. Super bem humorado, humilde, batalhador, profissional, inteligente, enfim, um homem que definitivamente trás mais felicidade pro coraçãozinho dela. Na realidade ganhei mais um amigo, o Júnior é mais um que entra pro clã, só que daqui a pouco teremos o clã dos casados, aí tô ferrada, vou ser excluída.
Sei lá, tudo é tão estranho. Acho que no final das contas a nossa simplicidade nos uniu. Buscamos de certa forma a mesma coisa e querendo ou não, nossa amizade e carinho sempre existirá. Caramba, que papinho chororô é esse? Juliana, se recomponha menina, se recomponha.
Ahhhh, não sei como dizer que ela sempre foi e sempre será o meu Bigatão Nerd Fashion Hickmann do meu coração, pôxa! Com ou sem sandália prata, sempre será.
Abraço grupal jáaaaaaaa... =0(
E o meu presente de casamento é............................. um rodinho de pia!

[Segunda-feira, Dezembro 12, 2005]
A mãe do mendigo
E lá estou eu na padaria perto de casa. A de sempre, o mesmo café no galpão, o mesmo açúcar cristalizado que ou adoça demais ou não adoça, e os mesmos rostos conhecidos.
O Wagner é um amigo do meu irmão que mora em frente à padaria. Ele tem a cara do Enrique Iglesias (com direito a pintinha no rosto). Ah! Já respondendo a questão, não, eu não acho ele bonito. Sei que o Wagner é o tipo de cara que serve pra ser prefeito da cidade. Como é simpático esse garoto, meu Deus! Ele conversa até com a batatinha rufles da prateleira. Tudo bem, acho bacana, de verdade e também quem sou eu pra dizer alguma coisa, afinal, nos meus melhores dias falo até com o sabonete líquido do meu banheiro e ainda pergunto se a mãe vai bem.
Eu lá, bebendo o meu café do lado de um senhor que não sei o nome (o diálogo com ele coloco depois) e entra o Wagner correndo na padaria, cumprimentando todo mundo, e quando me olha: "Oiiiiiiiiii irmã do Nishino, como vai menina?" - eu assoprando o meu café só dei um sorriso e balancei a cabeça. Pô, um cara todo feliz em plena 8 horas da manhã, sim, é para poucos, ainda mais um artista, pô, Enrique Iglesias na padaria perto de casa e ainda por cima falando português! (não resisti, rs).
Certo, tive no que e em quem me prender enquanto assoprava o meu café. O Enrique, oops, Wagner estava com uma camiseta regata em plena 8 horas da manhã num frio que só Ruskys siberianos sobreviveriam. Aqui em New Odess o povo se veste de maneira... peculiar. Eu acho bacana - de verdade! - só que camiseta regata amarela e gel no cabelo as 8 horas da manhã, já é um pouco de exagero. Lembrei da minha prima dizendo que o povo daqui ou usa demais ou de menos, não existe meio termo, e é verdade. Onde eu me encaixo nisso? Sei lá, uso o que me dá na telha. Ah! Por falar nisso minhas duas borboletas quebraram, olho gordo, só pode ter sido, sendo assim, aceito doações buterfleitísitcas ou alguém que tenha forças para abrir o meu superbonder rulez.
Certo, deixemos o Enrique de lado. Nada demais aconteceu, só me chamou a atenção o fato da regata amarela no frio que tava nessa manhã, e claro da sempre simpatia (salve, salve simpatia!) exagerada também em plena manhã.
Sim, falemos do tal senhor que senta do meu lado todos os dias. Ele é legal e muito, muito discreto. Sempre pede um 'pingado' (café com leite) e um pão de manteiga. Sim, de manteiga e não com manteiga. Hoje quando ele chegou eu já estava lá, nisso ele me cumprimentou discretamente "oi, bom dia, licença" e sentou no banco. Nada como a boa educação, nada! E nesse exato momento lá tava eu fazendo o meu pedido - pedi um pãozinho de frango - que por sinal não tinha, e fiquei olhando o que tinha então, enquanto ele me aguardava. Nisso, resolvi então pegar o pão de queijo e ele só me observando. A moça que atende ele já até sabe "um pingado né?" - "isso" - "e um pãozinho de manteiga também?' - "isso, é fresquinho?" - "sim!" - "tudo bem". E lá está ele partindo o pão dele em dois e comendo vagarosamente e assoprando e bebendo em pequenos goles o café.
Hoje ele parou para conversar comigo. Meias palavras, mas foi. Eu comendo, olhando para ele e ele olhava para mim e eu virava o rosto, nisso ele diz: "frio no verão, onde já se viu?" - Eu assustei e com um pedaço de pão de queijo na boca, engoli rápido e só disse "pois é, tempo doido não? No inverno faz calor e no calor faz frio, vai entender?" - Ele sorriu e continuou a beber o seu café. Sim, paramos nisso. Ele terminou primeiro do que eu, olhou para mim, sorriu e pediu licença para sair do balcão, só disse "claro" e foi pagar. Continuei concentrada nos passos dele e a atendente "e a balinha?" - "verdade, tava me esquecendo, vê uma de cereja pra mim" - E foi isso. Quando fui pagar a minha conta, abaixei meus olhos para ver qual balinha ele pegou, quando vi, eram aquelas pastilhas garoto, só que sabor cereja. Abri um sorriso nostálgico, paguei minha conta, comprei algumas balas chiclete com o troco ("bolete" - não comprem, é viciante!), e fui andando para o apto enquanto abria uma bala bolete (isso é sonoro!). Passei na papelaria, comprei envelopes, tirei umas xerox, conversei com a Rosana e vi se tinha figurinhas para o meu irmão. Manhã tranqüila, dias tranqüilos, saudades de coisas que não sei o que é. Deve ser o frio que chegou assim, de repente, não sei.
E chegando em casa, vejo se tem algum recado na secretária eletrônica, e tinha, só que não era bem um recado e sim alguém que ouviu o trecho da música e em seguida desligou. Bacana como todo mundo só ouve e confusos, não deixam nada pensando que "aquilo não era uma mensagem para se por em secretárias". É, é divertido.
Dia confuso, nostálgico, doloroso, quieto. Eu no quarto colocando "Casa" pra tocar repetidamente enquanto abro a janela da varanda e fico lá fora, olhando pra minha árvore que tá morrendo, pensando que a Carol adoraria esse vento gelado do Pólo Sul e pensando que mais tarde vou ter que sair de novo. Certo, acho melhor eu terminar de ler o livro pra mais tarde entregar pro Túlio.
[Sábado, Dezembro 10, 2005]

- "Minha cama é uma esteira" - BebetoAntes de mais nada, uma ola para o Cartola, que juntamente com Lennon a 25 anos atrás deixaram este podre mundinho para fazerem uma festa afudê lá em riba, e sem o Latino!
1,2,3 e.... JÁ!!!
Olha a OOOOoooOOOooooLLLLLaaaaaAAAAAaaaaaAAAaaaaa...
Só mais uma coisa, estudei tanto o Mark Chapman (assassino do Lennon) e em principal o The Cather In the Rye, que quero que ele e o Salinger, vão para o inferno! Tá, quando eles morrerem no caso.
Pronto! Agora sebo nessas canelas, vamos bailaaaarrr!
Droga! Não sei sambar! [disfaça Juliana, disfarça...]
[Quarta-feira, Dezembro 07, 2005]
Da série 'Eu odeio celular', mais uma pra história tecnológica
Eu amo a tecnologia, vocês sabem! É verdade, tá até no sangue. Certo que bem lá no fundinho, mas está. Tudo bem, não sei mentir...
Eu tenho um celular podrinho que comprei há um ano atrás nas casas Bahia, fiz o Tuffic (isso?) mais feliz com a minha compra no carnê, sendo que até a um ano atrás eu pensava que celular dava choque em contato com a água. Pois bem, como só usava (e uso) ele pra atender ligações dos meus amigos, irmão e pai, ver a hora antes de dormir, mandar uns torpedos bizarros de madrugada e jogar 'cobrinha', deixava ele de canto e já estava de bom tamanho essas suas funções. Afinal, a função do celular é descobrir onde você está e o que está fazendo. Coisa doida, não? Prefiro jogar 'cobrinha' e mandar torpedos.
Sim, meu chip foi expirado. Como? Três atendentes disseram 'inexplicavelmente senhora', pois é, se eles não sabem, eu muito menos. Meu celular foi bloqueado (conforme eles) em Outubro, e sendo bloqueado, eu não receberia mais torpedos, ligações e nem faria ligações a cobrar, nada, seria bloqueado por completo. É... Realmente foi bloqueado, só que ontem, sem me avisarem, e depois de eu ter comprado um cartão de recarga. Ah! Foi bloqueado e já está liberado, já tô atendendo ligações, recebendo torpedos e fazendo ligações a cobrar a la vonté, só que não consigo recarregar pela desculpa de ter 'expirado em Outubro'. Por sinal 'ele' foi dar um passeio hoje, está com meu irmão que vai levar lá na TIM e fazer um barraco por mim. Certo, certo, muito confuso e eu também não entendi pacovinas, deve ser pegadinha dessa operadora, só pode ser.
Um tal de Ceumar disse que é impossível eu receber ligações e afins, disse ser impossível por completo já que a TIM teria me 'expirado' em Outubro e de tanta raiva de mim pelo simples motivo em eu dizer 'não Ceumar, eu ainda recebo sim, quero uma explicação por não conseguir recarregar, só isso!' centenas de vezes, quase me mandou tomar no cu, até gaguejava. Cara, esse povo de telefonia precisa fazer yoga!
Sei que quero o meu número de volta, quero! Tudo bem que eu sou mais um número e isso me deixa um pouco... É um desdém tão grande que não sei, mesmo sendo um ano de TIM (pô, um ano!), sou um simples número que é expirado. Pensa comigo, isso é estranho, chega a ser doloroso, vê bem.
Ah! Participe da campanha 'A Ju recebe ligações e torpedos sim!', ligando para o (19) 8127-0401. Olha que número bonito, ele não pode ser 'mais um' nesse balaio de gatos, ahhh não pode!
Certo, boa parte de vocês já o tem, sendo assim, continue fazendo as doações, afinal, a TIM não pode me enganar! TIM (ENGANARAM) = te enganaram, hãn, hãn, entenderam?
Tá, vou jogar 'cobrinha'.
- (poperô by Madonna) - "Isaac"
Só mais um recado: Madonna, definitivamente, volte a ser puta!
[Sexta-feira, Dezembro 02, 2005]
Respeitando assim meus valores e essência, parando para olhar no que de fato acredito, o preenchimento real.
Não peço compreensão, nunca soube lidar com a tal da tecnologia e com 'as coisas boas' que ela trás; Não sei lidar com este processo rápido, soa e é indigesto, não sei.
O fraco e o lúdico se misturam e tudo vorazmente é absorvido sem com que haja ao menos uma digestão do sentido, da verdade.
O processo anestesia e toda suposta ideologia e sentido se perdem na grandeza do falso todo que torna matéria, dependência das pessoas, vivência gasta que há pouco aprofundamento palpável, real.
Me vejo então num meio crescente, dependente, que aos poucos me cansa, desgasta, tira minhas cores e borra então uma tal felicidade. Preciso do calor, do sorriso sincero, dos gestos, cheiro, da real dor, tapa na cara, desilusão, alegria, tristeza vistas de frente, lado, costas e tudo soa tão gasto e previsível visto por fora... Vivo então dias plásticos; Não quero inventar a felicidade, quero vivê-la.
"tenaz assim... feito passarim"
[Quinta-feira, Dezembro 01, 2005]
Você vai na minha casinha hoje?
Hoje assisti uma das coisas mais lindas do ano, meu irmão jogando capoeira, ou ao menos tentando. Sim, seus quatro anos me encantam e me emocionam. Eu com meu pai sentados no banquinho de madeira, batendo palmas e rindo frenéticamente das gingadas ensaiadas por ele, claro, orgulhosos ao extremo. Eu lá toda empolgada "Quem te ensinou a navegar, marinheiro só, ou foi o tombo do navio, marinheiro só..." com um sorrisão de orelha a orelha, ganhei meu ano!
E por mais que tudo soe confuso e indigesto na minha vida, sempre tem algo que trás de volta o meu sorriso, sempre, seja com gingadas nada coordenadas ou então um abraço apertado vindo correndo, todo suado e verdadeiro.