Sem Peter e muito menos Michael, aqui estou.
Sábado, Julho 30, 2005
:: EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! ::
:: MTV APRESENTA GRAM ::
Preparados??? Sim! Sim! Sim!
07/08/2005 (domingo que vem e no dia dos pais - aeeee, rs) às
19h estréia o show do Gram que infelizmente não pude ir na gravação, porém Carol, Victor, André, Cata e Mila me representaram muito BEM! Hehe... "Muito bom, muito bom", rs.
Sé, Pagotto, Marco, Ribalta e Falvo meu foooorte abraço, sorte e muita, muita luz, sempre meninos.
Puts, só quero ver esse dvd hein?!
Ansiosa?! Imgine...rs
ps: foto GRANDE, como o talento desses guris que tanto amo.
Merecedores...
postado por Juliana
Sexta-feira, Julho 29, 2005
Hoje revi o Dani-Dani que chorou aos litros ao saber que "a cobra ia comer todos os porquinhos da Índia" que um cara soltou perto de um tal lago, resumindo, meu pai tá com 15 porquinhos da Índia em casa fora os pintinhos, codornas, tartaruga, peixes, gato, passarinho e cachorros. Sim, ele diz que ama todos os seus "animais selvagens".
postado por Juliana
Quarta-feira, Julho 27, 2005
Lendo o livrinho do Neruda, terminando o da Lygia e tentando ler pela vigésima vez Crime e Castigo. Revistinhas Cocktail têm me distraido e agosto tá logo aí.
Hoje é quarta-feira.
postado por Juliana
Domingo, Julho 24, 2005
Créditos: Toska
Um homem tipicamente paulistano que mora aqui no interior de São Paulo, com seus trinta anos de idade tem me cativado, certo que ele sempre chamou minha atenção, mas nunca parei pra pensar por outro lado.
Inteligência e principalmente o humor são o que me cativa e isso ele sempre teve de sobra, sabe ser bem humorado com seu mau humor e fala alto, muito alto, chega a irritar, mas no final das contas tudo tende a ser muito engraçado. Poliglota e autodidata além de irritantemente detalhista, com seus 1.80m e seu all star, sabe ser o tiozinho mais charmoso tomando um iogurte de morango e comendo um pedaço de bolo de maçã.
Ele tem um "q" místico e sempre me recomenda uns incensos interessantes. Na sua última viagem à França comprou uns incensos bacanas que até pude experimentar, já que o mesmo me presenteou. Sim garotas, ele também é gentil.
Tem sonhos grandes, cuida de seus projetos e é completamente anti-social, completamente. Gosta de coisas que poucos gostam e é autêntico acima de tudo. Ama o Rio e as praias brasileiras, afinal, ninguém é perfeito.
Posso bajular e acrescentar adjetivos intermináveis aqui pois tenho um carinho grande de amiga por ele, mas tenho dedo errado pra homens que tenho medo até de pensar de outra forma. Esses homens mais velhos têm me surpreendido e em seguida me machucado. É, deixa eu parar por aqui.
postado por Juliana
Sábado, Julho 23, 2005
No Pressure Over Cappuccino
(Alanis Morissette)
And you're like a 90's Jesus
And you revel in your psychosis how dare you
And you sample concepts like hors d'euvres
And you eat their questions for dessert
and is it just me or is it hot in here?
And you're like a 90's Kennedy
And you're really a million years old
You can't fool me
They'll throw opinions like rocks in riots
And they'll stumble around like hypocrites
and is it just me or is it dark in here?
Well you may never be or have a husband,
you may never have or hold a child.
You will learn to lose everything,
we are temporary arrangements.
And you're like a 90's noah
And they laughed at you as
you packed all of your things
And they wonder why you're frustrated
And they wonder why you're so angry
And is it just me or are you fed up?
And may God bless you in your travels
in your conquests andqueries
postado por Juliana
Segunda-feira, Julho 18, 2005
Não consigo disfarçar tamanha angústia que tenho vivido. Meus dias têm sido difíceis e posso contar nos dedos os últimos bons momentos que tive. Todo fim de semestre é assim, cobranças, decisões importantes, problemas familiares inúmeros e quando vejo, me anulei, vivo para resolver e decidir problemas de todos os tamanhos e de todos os tipos, sendo meus ou não.
Ser responsável foi algo que desde os meus cinco anos de idade fui cobrada e cobrada pela vida. Segurar as pontas foi algo que aprendi desde cedo e ser sempre lógica, concisa, também. Quem me conhece sabe que nas piores situações sempre tenho uma solução, sendo elas minhas ou não, estou sempre com algo a ser dito, feito, afinal, tudo tem solução.
Vivo em oscilação. Otimista para pessimista, crente para descrente, e tudo em fração de segundos, afinal, sou inconstante, me permito.
Minha prima disse uma coisa importante para mim quanto a eu estar dispersa (além do meu normal), não consigo me concentrar em coisas pequenas como uma simples conversa e só fui perceber isso dias atrás, mesmo sabendo que alguma coisa errada estava acontecendo comigo. E por mais cansativo que seja, só vou conseguir relaxar de verdade quando todos os meus problemas (ou grande parte deles) estiverem resolvidos, antes disso não saberei ser eu, afinal, mais uma vez, tudo vai depender de mim.
postado por Juliana
Sábado, Julho 16, 2005
Canção
(Cecília Meireles)
Quero um dia para chorar.
Mas a vida vai tão depressa!
- e é preciso deixar contida
a tristeza, para que a vida,
que acaba quando mal começa,
tenha tempo de se acabar.
Não quero amor, não quero amar...
não quero nenhuma promessa
nem mesmo para ser cumprida.
Não quero a esperança partida,
nem nada de quanto regressa.
Quero um dia para chorar.
Quero um dia para chorar.
dia de desprender-me dessa
aventura mal entendida
sobre os espelhos sem saída
em que jaz minha face impressa.
Chorar sem protesto. Chorar.
postado por Juliana
Domingo, Julho 10, 2005
tédio...
Hoje é domingo
Pé de cachimbo
Cachimbo é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
Buraco é fundo
Acabou-se o mundo.
postado por Juliana
Quandoacabaoassuntodánisso
- Tava com saudades do seu sorriso
- Do meu sorriso?
- É...
- Que tal uma máquina de algodão doce? É, era isso o que eu ia pedir
- E eu queria ter sempre o seu sorriso dentro de uma caixinha
- Chega de graça, vai
- Tá
postado por Juliana
Sexta-feira, Julho 08, 2005
"Lar doce lar"
"Amo crianças" é uma frase que recentemente entrou para o meu léxico, diria a quatro anos atrás com o nascimento do meu irmão o Daniel cara de pastel, que de fato é e foi a criança mais bacana que já conheci, não por ser meu irmão não (porque todo mundo diz isso?) e sim por ser o serzinho mais bacana que já conheci. Ficaria horas descrevendo ele, sua inteligência, beleza e suas táticas de como se livrar da fase da água do Sonic (conhecido por "Soquinic" ou "Meu amiguinho azul" por ele). Dani-Dani "não foi planejado" e minha (má)drasta o teve com meu papai, Sr. Manoel Alquete, este é outro ser que também o acho muito bacaninha e com manias e frases clichês que tanto amo e que tanto me fazem rir.
Cresci cercada por homens. Minha família é pequena e grande ao mesmo tempo, difícil explicar agora, sei que tenho primos que não são bem primos mas são considerados primos porque foram muito amigos dos meus tios e por aí a fora, é confuso mesmo e tentar explicar é complicado, além de chato, tenho parentes que nem sei. Homens, sim, cercada por eles em minha infância e adolescência. Minha mãe com a galera do violão (conhecidos como: "a japoneizada") e muito Beatles, Legião Urbana e por aí a fora nas madrugadas da vida. Eles sempre presentes e eu sempre a anti-social, puta com a minha mãe por fumar tanto, ser tão liberal, trazer tanta gente desconhecida pra dentro de casa, doida, boca-suja e sempre pedir ponderação nas risadas da galera, pois eu precisava descansar ou precisava me concentrar nos meus estudos lá no quarto. Nunca pedi desculpas à ela quanto a eu ser tão chata, ela ainda hoje por telefone me chama de "careta", "véia", "piegas" mesmo eu ter mudado tanto com o tempo e ela não poder ter visto isso em mim.
O Renato além de irmão (mais velho) é um grande amigo. A gente nunca se deu tão bem, ele é muito egoísta e eu sou muito pidona, aí já viu. Sempre me protegeu e sempre, sempre me ouviu (ou quase sempre!). Todas as minhas opiniões são bem vindas e ele sempre as pede. Ele disse uma vez (por carta) que eu é quem sou "a cabeça da família" e que sempre queria saber o que eu pensava, pois eu "pensava com o coração". É bom ouvir elogios dentro da família, mesmo que raros, elogios de pessoas que convive com você diariamente são sinceros, ao menos acredito nisso. Sim, o Renato sempre foi individualista e muito inteligente, admiro a inteligência dele e em silêncio observo cada atitude, hostil às vezes, mas bem pensadas. Ele tem amor sim, não sabe muito bem como expressar, mas o expressa de sua forma, e isso que vale. No fim das contas sempre vou querer ele por perto, ele sim foi e é a minha família, nunca "nos abandonamos" e isso é muito interessante. Ele brinca que quem vai sustentar ele sou eu e que ele vai depender de mim o resto da vida. É, moramos só os dois aqui em casa, meio caminho andado, eita boca!
Somos uma família como todas as outras, com brigas, risadas, falta de grana e mesmo assim almoço de domingo na casa de um com um churrasco que dura todo o final de semana, isso quando estamos próximos, porque além de Japão tem neguinho espalhado por todo Brasil a fora. É bom cada um no seu canto, família é boa às vezes, sempre não dá certo. É bom se "reencontrar" pra falar dos projetos, do bebê que nasceu, do casamento que tá pra vir, do câncer que se curou... ter assunto, é, acho que relacionamento saudável com família, só sendo assim mesmo, é bom nem arriscar pensar de outra forma.
Se quero me casar? Isso é pergunta que se faça à uma mulher? Certo que hoje em dia muitas não pensam nessa palavra, quanto menos nessa atitude. Não sou muitas. Sim, quero me casar e ter dois filhos, na realidade três, a cada dia que passo penso em um nome diferente, é bom pensar desde já! Quero ter minha família e levar isso a sério, querer e ter, lutar por isso, falta isso nos relacionamentos, luta, quando não dá certo, desiste e segue a vida em busca de outro, outra família, outro canto. Não recrimino e acho que a busca pelo seu bem estar tem que ser presente, mas se as pessoas levassem os compromissos a sério, sendo par, acho que "a procura" por algo que te completaria de fato, seria bem menor, sei lá.
Querer e ter, querer fazer diferente, querer construir a tua, querer e levar isso a sério, querer e saber que não vai ser fácil, só que ter o apoio, a base, te fortalecerá pra te fazer buscar mais, acreditar. Querer ir acompanhada, feliz, querer ser completo, ser busca, porto. Querer fazer planos juntos, sorrir e chorar, massagear. Fazer o chá pra aliviar as dores e ouvir todos os temores. Querer ser família, acordar bem cedo e ir comprar o pão na padaria. Pensar nos presentes dos filhos no Natal e como fazer as pegadas do coelhinho da Páscoa pela casa enquanto seus filhos dormem, arriscar. Voltar a comer algodão doce, ensinar o que sabe, aprender, ler, compartilhar. Tudo querendo ou não, por mais piegas e clichê que seja, se resume à escolhas pois tudo está aí, bem perto, ao nosso alcance.
postado por Juliana
Quarta-feira, Julho 06, 2005
E por falar em Ana Júlia...
Eles se consideram mais uma das tantas bandas espalhadas Brasil a fora e de fato é verdade, são mais uma banda neste mar tão amplo que é a música brasileira. A questão nem é essa e sim o quanto o valor da música tem de pessoa pra outra pessoa e o quanto isso se torna ou não importante para a vida, experiências e histórias que cada verso fez ou se tornou importante, comigo foi assim.
É delicado falar de uma banda que foge de classificações como o
Diabo foge da cruz e o quanto ela fez importância e é importante para pessoa, é delicado pois a escolha de palavras tem que ser suave aos olhos e ouvidos já que sentimento e valores musicais de fato é mais complicado em ser passado, varia, como eu disse de pessoa pra pessoa.
Uma vez li uma entrevista com o Marcelo dizendo que o mesmo não saberia o que dizer ao
topar com o Chico Buarque e que "olha suas músicas são foda e mexem muito comigo" não faria sentido já que ele, Chico, apenas agradeceria, afinal, dizer o que? É bem isso que acontece caso você trombe com um Hermano e diz do som dele, e com todos os músicos acontece isso, sem classificar. Se colocar no lugar de um músico já é complicado, ainda mais quanto a música dele. O Rodrigo sempre pergunta "e aí, gostou mesmo?" e termina com um "que bom, pois é, estamos cansados da viagem..." ou como a cidade é bacana, outras palavrinhas e não passa disso. Não reclamo não e seria até estranho caso fosse dito outra coisa, como "setembro chove?" (nossa, essa é antiga).
E sempre fico com o que o Marcelo diz sobre o gostar e como as pessoas têm reagido ao som deles, já que a cada dia o público tem aumentado mais e sem divulgação na mídia. Ele disse certa vez que o sentimento que você tem por uma música muitas vezes é diferente de quem compôs a música e por isso é estranho cobrar algo ou "demonstrar" algo. Bem isso, ou similar. É, não discordo não.
Los Hermanos é a banda que descreve com perfeição o que sinto com batidinhas envolventes e criativas. Músicos acima de tudo e poetas, singulares, sim, singulares. Um som que coloco responsabilidade - mesmo eles não gostando - e que abriu portas pra outros novos sons, novas bandas. Pra mim é a base, a saudade sincera, o esperar - mesmo eles também não gostando - Influências diversas, sons que reinam música a fora e respeito que conquistaram. É, pra mim eles sempre serão
fodásticos com louvor, minha banda do coração, gostando você ou não.
postado por Juliana
Segunda-feira, Julho 04, 2005
Créditos: Larinha Iupi
Saudades da Ana Júlia
Eu gosto de crianças. Que fique bem claro que aprendi a gostar, acho que é inato, toda mulher um dia ou outro tende a gostar de crianças por mais prazeroso ou doloroso que seja, aprendi a gostar de crianças com o nascimento do Dani, meu irmão que tanto amo e que todo mundo já tá cansado de saber.
Tive que aprender maneiras diversas em como conversar com elas, são muito inteligentes e sensíveis, ingênuas. Ao passar do tempo os adultos desaprendem toda essa sensibilidade, ingenuidade e passam a serem mais racionais, práticos, características essas que o mundo exige, fora à paciência, tolerância... tenho aprendido muito com elas. Por mais que as pessoas critiquem e fale que não, que preserva "sua criança", creio mais nos atos do que nas palavras, eu mesma que o diga.
Ana Júlia foi uma criança que me encantou desde a primeira vez que a vi. Ela tem personalidade, impõe o que quer e o que acha certo, fala alto e muda de fisionomia quando quer expor sua opinião e finaliza sempre com uma gargalhada gostosa e um sorriso no rosto cada atitude tomada, faz isso não por revolta ou mimo de criança e sim para impor o que pensa e te fazer rir depois percebendo sua inteligência. Ela tem um abraço gostoso e se entrega nas risadas de corpo e alma, é criança acima de tudo. Tem preocupação e é responsável, gosta das coisas certas e por isso tem uma atitude tão concisa.
Juliana é o nome da mãe da Ana Júlia e eu enchia o saco dela cantando o tão famoso trechinho da música dos Los Hermanos, ela ria muito, vinha correndo me abraçar e pedia pelo amor de Deus pra eu parar com aquilo. Pisava nos meus pés e eu andava pra cima e pra baixo com ela, cantarolando musiquinhas, nos divertíamos. Ana Júlia é uma criança sensível e muito forte, toda vez que você a vê ela está abraçada com alguém e rindo, rindo muito (ou discutindo). Não gosta muito de repartir e é ciumenta. Diz que sabe lavar louça, arrumar a casa e que sempre que pode, ajuda a sua mãe. Adora que mexam em seu cabelo também. Ela tem uma blusa de frio azul marinho em veludo que tem um guarda-chuva engraçado. Sinto saudades da Ana Júlia.
Sinto saudades dela e é difícil escrever algo que dói tanto. O que sinto muitos não entendem e não sei expressar da melhor maneira, queria ser como ela, mudar de fisionomia e expor, finalizando com uma gargalhada para que percebessem que acima de tudo ela estaria se divertindo.
Nada de olhos verdes e canhotos, quero que meus futuros filhos sejam como Ana Júlia, uma menina que além de sempre bem humorada, é doce, carinhosa, inteligente e franca. Uma garota que sabe o que quer e defende com unhas e dentes suas idéias, mesmo muitos, muitos mesmo, a recriminando por isso.
Ela me fez jurar que eu daria notícias, que eu a convidaria pra vir aqui em casa (nem precisou de muito), a quero sempre por perto, pra me fazer rir e acima de tudo pra me mostrar como ser criança, sempre.
É bom ter ela por perto através deste texto, mesmo que por poucos instantes.
cantarolando e ela vindo correndo me abraçar: "pois sem ter teu carinho, eu me sinto sozinho, eu me afogo em solidão..."
postado por Juliana
"Deixa eu brincar de ser feliz..."
Em homenagem ao post acima, sim, uma foto do show dos Hermanos (último em SP) realizado pelo
Trama Universitário ao qual não fui, porém, a caça de uma Carol (e companhia) - não a Carol Bittencourt, a qual tirou a foto.
Nome artístico? Sério, tive medo.
ps: foto total com cara de "todo carnaval tem seu fim".
postado por Juliana
Sábado, Julho 02, 2005
:: TEATRO MÁGICO ::
A Fé Solúvel
(Fernando Anitelli - Teatro Mágico)
É, me esqueci da luz da cozinha acesa
de fechar a geladeira
De limpar os pés,
Me esqueci Jesus!
De anotar os recados
Todas janelas abertas,
onde eu guardei a fé... em nós
Meu café em pó solúvel
Minha fé deu nó
Minha fé em pó solúvel
É... meu computador
Apagou minha memória
Meus textos da madrugada
Tudo o que eu já salvei
E o tanto que eu vou salvar
Das conversas sem pressa
Das mais bonitas mentiras
Hoje eu não vivo só... em paz
Hoje eu vivo em paz sozinho
Muitos passarão
Outros tantos passarinho
Que o teu afeto me afetou é fato
Agora faça me um favor
Um favor... por favor
A razão é como uma equação
De matemática... tira a prática
De sermos... um pouco mais de nós!
Que o teu afeto me afetou é fato
Agora faça me um favor
Um favor... por favor
postado por Juliana
Paranoid Android
Meu verbo é "querer" e sempre será. João Bidu é o responsável por essa paranóia, culpem ele! Peço tudo: amor, dor, dinheiro, cigarro, comida, coça aqui, sinceridade, um gole, me leva, me busca, me beija, cd, é só apertar, colo, fecha, esse aqui, liga, cola, gif, atenção, coberta, caneta e papel, sou psciana e assumo, tá "escrito nas estrelas" já diria a poetisa.
Tenho ouvido muito o som do China que é uma mistura de samba com pop rock beach moderno - (ufa!) - um sotaque gostoso, mangue, nunca sei a nomenclatura ideal desses sons que ouço, sei que é bom, mas ao vivo é bem melhor, com a banda nas alturas, o "sambinha" frenético dançado às batidas mais frenéticas ainda por ele. Sei que é bom e me remete à paranóia, vai entender? Opa, coca-light, claro!
Dieta, mais do que necessária. Poderia acordar magra, ou mais gorda, deveríamos ter um botão atrás da orelha ou na sola do pé: "Hoje quero ter a bunda da Sheila Carvalho e a risada sem noção da Hebe!" - pluft, desejo atendido. Realidade pra que? Odeio com paixão academia e pessoas saradas, odeio homem de regata apertada e curta da irmã, mostrando os bícepes, trícepes, afins, e mulheres de top, óculos na cabeça, piercing no umbigo e pochete com legging, péssimo. Tá, nem é preconceito, cada um, cada um, mas tenho o direito de não querer isso pra mim, quero um botão ora bolas, e a bunda da Sheila também.
E claro, mais do que sugestão, Radiohead aos embalos do textinho mal escrito.
postado por Juliana